terça-feira, 9 de outubro de 2012

Sucesso na Internet: Estudantes e operários na luta contra a ditadura

Sucesso na Internet: Estudantes e operários na luta contra a ditadura: O golpe militar em 1964 derrotou o ascenso revolucionário que se desenvolvia no Brasil desde 1961 e desencadeou uma forte repressão contr...

Estudantes e operários na luta contra a ditadura

O golpe militar em 1964 derrotou o ascenso revolucionário que se desenvolvia no Brasil desde 1961 e desencadeou uma forte repressão contra o movimento camponês e operário. Os militares passavam a preparar as bases do “milagre económico” impondo um enorme arrocho salarial, intervindo nos sindicatos, cassando as liberdades democráticas e de organização e perseguindo os ativistas do movimento operário, camponês e estudantil. O PCB, que em 64 havia chamado a confiar nas direções burguesas “democráticas” para enfrentar a direita e o imperialismo, continuou a defender a mesma estratégia de conciliação de classes que esteve na base da derrota. Entrou para os sindicatos sob intervenção e passou a se dissolver no recém formado MDB, se adaptando ao restrito bipartidarismo montado pelos milicos. É nessa situação que começa a se desenvolver um importante processo de resistência a ditadura nas universidades e escolas, processo que lentamente vai se estendendo às fábricas. Desde 1966, os metalúrgicos de Osasco e Contagem se organizavam. Os sindicatos se encontravam nas mãos dos pelegos e interventores e, nos primeiros anos, as comissões de fábrica lutavam contra as direções traidoras, contra o arrocho salarial e a inflação, tentando retomar a organização sindical. Os sindicatos metalúrgicos de Osasco e Contagem foram retomados pelas jovens direções operárias que se organizaram a partir das comissões de fábrica. Os trabalhadores rompiam com as antigas direções do movimento operário e não o faziam como um movimento passivo, simplesmente elegendo novos dirigentes. Ao contrário, era um processo de organização ativa, desde as bases, militante. Marcava a tendência de ruptura com a política histórica de conciliação de classes do PCB. O movimento estudantil como estopim da luta contra a ditadura Desde 1967 se desenvolvia o ascenso de um movimento estudantil que não se restringia as demandas setoriais, mas colocava no centro das suas mobilizações a luta para derrubar a ditadura. Em março, o assassinato do estudante Edson Luís no restaurante calabouço, da inicio aos acontecimentos de 68 no Brasil, desencadeando uma ampla mobilização popular contra a ditadura. Sua morte foi o estopim que incendiou o país. No país inteiro se desenvolviam as mobilizações estudantis, que contavam amplo apoio da população. O 1° de maio de São Paulo foi um marco da luta contra a Ditadura, protagonizado pelos operários de Osasco, que literalmente expulsaram o governo da Praça da Sé e realizaram um ato independente. Em junho, acontece a Passeata dos Cem Mil, no Rio de Janeiro. As palavras de ordem mais comuns, escritas nas faixas e muros, eram: “Abaixo a Ditadura assassina” e “Fim do arrocho” . As greves de 1968: os piquetes e os tanques Em plena ditadura militar, uma onda de greves correu o país, enfrentando a dura repressão com piquetes e ocupações. Em Contagem, “o pessoal do Ênio Seabra fez uma greve na Belgo-Mineira em que reivindicavam 10% de abono salarial. Os operários ocuparam a fábrica e prenderam os engenheiros. A polícia e o Exército cercaram o local, ameaçando explodir tanques de combustível e de produtos químicos. O ministro do Trabalho, Jarbas Passarinho, surpreendentemente decretou um abono desse valor para todos os assalariados. Isso em abril, antes do Maio francês. E nós estávamos preparando a greve em Osasco” [1]. Em julho, estoura a greve de Osasco. O exército responde ocupando a cidade com tanques, fecha o sindicato, prende os dirigentes e derrota a greve de Osasco com uma duríssima repressão. No entanto, o movimento nacional de lutas mostrava sua potência. Em setembro a oposição bancária dirigia assembléias e propunha a greve geral dos bancários. Não saiu a greve geral, porque a diretoria fechou um acordo. “Mas o pessoal do Banco de Crédito Real de Minas Gerais (...) não se contentou com o acordo e decidiu parar em todo o país. E nós, pela primeira vez em uma paralisação, usamos piquete no centro de São Paulo (...) Depois alguns de nós foram para a greve dos bancários do Paraná. E lá também foi muito na base do piquete” [2]. Duas estratégias impotentes No final de 68, a repressão ao Congresso da UNE, a prisão dos dirigentes estudantis e a promulgação do AI5, que generalizava a censura e a repressão, marcam a derrota deste primeiro ensaio de luta contra a ditadura. Suas lições, quarenta anos depois, continuam validas para armar o movimento operário e estudantil. A primeira delas é o potencial do movimento estudantil quando levanta demandas do conjunto da população ’ abaixo a ditadura! ’ e se liga a um movimento operário combativo e radicalizado. Esse foi o grande aporte dos estudantes ao movimento operário em 68. A partir das mobilizações estudantis contra a ditadura, influenciadas pelas organizações guerrilheiras e de esquerda, que os operários e a vanguarda combativa que organizava as comissões de fábricas, as lutas e as oposições sindicais, passavam a compreender e assumir a centralidade da luta pela derrubada da ditadura. O processo de 68 foi derrotado, pois de conjunto esse momento de levante operário e estudantil ficou prisioneiro das duas estratégias hegemónicas. De um lado, a esquerda reformista com seu pacifismo, conciliacionismo e frentepopulismo (PCB). De outro, os novos dirigentes operários e estudantis que combatiam o oportunismo impotente do PCB, não desenvolveram uma estratégia para que a vanguarda operária de Contagem e Osasco se colocasse a cabeça das massas operárias e estudantis de todo o país. Acabaram derrotados ao assumir a estratégia foquista da guerrilha, ao tentar substituir a ação das massas pela ação exemplar de uma minoria. Essas duas estratégias contrapostas não ofereciam à classe operária e ao movimento estudantil que se levantavam contra a ditadura militar uma estratégia revolucionária, de hegemonia da classe operária como dirigente da derrubada insurrecional da ditadura e do enfrentamento à ordem capitalista.

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Sucesso na Internet: Eike Batista Revela O “Segredo” Para Ter Sucesso

Sucesso na Internet: Eike Batista Revela O “Segredo” Para Ter Sucesso: Atualmente (2012), Eike Batista é um grande empreendedor e um dos 8 homens mais ricos do mundo e o atual mais rico do Brasil dono de ...

Eike Batista Revela O “Segredo” Para Ter Sucesso

Atualmente (2012), Eike Batista é um grande empreendedor e um dos 8 homens mais ricos do mundo e o atual mais rico do Brasil dono de uma fortuna de mais de 50 bilhões; Pai de 2 filhos e formado em engenharia Eike tem seu objetivo de ser o mais rico do mundo em 3 anos. Desde sua adolescência já demonstrava grande talento como empreendedor. Ele já foi presidente da Companhia Vale do Rio Doce, mas hoje é proprietário de diversas empresas, especialmente nos setores de petróleo, mineração, logística, carvão mineral, etc. Encontrei um vídeo um Eike Bastista ensina o segredo para se ter sucesso nos negócios e pode ter boas dicas pra quem quer ganhar dinheiro na internet. O objetivo desse vídeo não é te incentivar a ser rico e ter muito dinheiro. Quero que você tire proveito das dicas que ele tem a dar para quem deseja ser empreendedor.

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Sucesso na Internet: Qual o caminho do sucesso?

Sucesso na Internet: Qual o caminho do sucesso?: Autor: Felipe Martins, Dotstore Embora o mercado virtual seja a mais promissora forma de comercialização atual, alcançando faturamentos ca...

Qual o caminho do sucesso?

Autor: Felipe Martins, Dotstore

Embora o mercado virtual seja a mais promissora forma de comercialização atual, alcançando faturamentos cada vez maiores e despertando inúmeros empreendedores para montar sua loja na internet, há inúmeras empresas que não conseguem se estabelecer no e-commerce e deixam de existir.

Mas, por que isso acontece? Por que há empreendimentos que não alcançam o sucesso no mercado online? A resposta poderia ser simplesmente: falta de planejamento. Mas hoje, vamos esclarecer esse quesito e analisar o que realmente falta nas lojas virtuais para se estabelecerem no comércio eletrônico.

Planejamento
Não tem como escapar, pois esta é a base para um empreendimento de sucesso seja ele físico ou virtual. Sem planejar, estabelecer princípios e ações é impossível iniciar um projeto bem sucedido, pois sem saber onde focar, o lojista se perderá no meio do caminho diante de tantas possibilidades apresentadas pelo mercado virtual;

Mercado
Conhecer o mercado em que se deseja atuar, bem como definir o público, o segmento, os produtos e a iniciativa correta para começar o empreendimento definem o sucesso de uma loja virtual. As expectativas e o andamento do comércio eletrônico também devem ser informações conhecidas dos que desejam se estabelecer nessa área, pois dessa forma, é possível traçar objetivos e desenvolvê-los;

Divulgação
Falhar na divulgação da loja virtual é um dos mais frequentes erros que "quebram as pernas" do empreendimento. Não adianta saber tudo do mercado e ter um planejamento nota dez, se o consumidor não sabe como chegar à sua loja, ou sequer sabe que ela existe. Trabalhar o marketing de sua empresa é determinante para o sucesso do empreendimento;

Atendimento
Embora o e-commerce tenha a característica de desenvolver negociações apenas entre o consumidor e o sistema da loja virtual, disponibilizar formas de atendimento e relacionamento são ferramentas indispensáveis, pois a primeira ação do cliente quando o mesmo tiver alguma dúvida sobre a negociação será procurar um ponto de contato com o lojista. Por isso, o atendimento deve ser de qualidade, para que o consumidor sinta-se seguro em comprar;

Logística
O despreparo na logística é um dos fatores que fazem a loja virtual perder todo o crédito com os consumidores virtuais. Isso porque, após realizarem a negociação, desejam receber a encomenda na data acertada e apresentada na loja. Por isso, cuide de todo o processo logístico de sua loja virtual, assim, seu consumidor terá satisfação nas negociações;

Monitoramento
Após estabelecer o planejamento e detalhar todas as ações que partiram deste, é preciso monitorar os resultados, verificar o que tem dado certo, o que precisa de reestruturações e mudanças. Para isso, é importante desenvolver metas a serem trabalhadas durante um período também determinado de forma constante.

No comércio eletrônico há grande espaço disponível para a atuação de lojistas virtuais, basta identificar as ações corretas e focadas para o seu segmento, planejá-las e colocá-las em prática. Dessa forma, será possível se estabelecer diante do público, do mercado, das negociações virtuais e encontrar o caminho do sucesso para sua loja virtual.

Fonte: Blog Dotstore (http://blog.dotstore.com.br/post/qual-o-caminho-do-sucesso/)

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Perfil do Autor

Felipe Martins possui mais de 10 anos de experiência com internet e é fundador e presidente da empresa Dotstore, especializada em desenvolvimento e assessoria na criação de lojas virtuais. Com ênfase em pequenas e médias empresas atualmente conta com uma carteira de quase 1000 lojistas utilizando sua plataforma das mais diversas maneiras possíveis.

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Câmeras nas salas de aula!

recentemente na escola Paulo Octávio Botelho em Santana de Parnaíba- cidade São Pedro/ SP. Tomoram a seguinte medida de colocar câmeras em sala de aula para poder "manter uma fiscalização mais impar" e isso tem levantado grande polemica na escola e no bairro entre professores e alunos, eles argumentam essa medida como invasão de privacidade. confiram depoimento de um professor de História Adriano Leres. "O que diz a Carta Magna: Dispõe o artigo 5º, inciso X, da Carta Magna: "São invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurado o direito a indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação”. Câmeras em sala de aula no Colégio Municipal Paulo Octávio Botelho, sem aviso prévio aos alunos, se é pra manter a segurança é complicado dizer isso, pois quer dizer que o professor não possui autoridade da sala? Agora se o assunto é fiscalização... ou melhor, fiscalizar quem? A cada dia que passa as escolas vão fugindo de sua essência com grades, câmeras, inspetores, fiscais, punição... Chegou ao ponto de alguns alunos meus a compararem com um campo de concentração Nazista estudado em sala de aula, depois querem culpar o aluno pela indisciplina ou pelo não aprendizado. Não seria a indisciplina uma resposta à falta de autonomia e fiscalização aos educandos??? Já trabalhei em escolas a qual os alunos ficavam mais soltos - prefiro não citar nomes – e o vandalismo era quase zero. Vandalismo ocorre, acredito eu, em espaços que o jovem não tem como seu, é cultural. Como o aluno vai AMAR um local repleto de câmeras, grades, policia, rigidez e falta de diálogo? Nós educadores temos que tomar cuidado, pois se pensamos estar resolvendo alguns problemas (que é não ver o ocorre e momentos chave), podemos estar criando outro que é a total desconfiança dos educandos com relação aos educadores e ao sistema de ensino e a por conseguinte uma maior barreira na relação tão difícil de se conquistar entre Professor-Aluno".